Cartas Bahianas lança novos livros de Lima Trindade e Ludmila Rodrigues

postado por Mariana Paiva @ 11:17 AM
17 de março de 2014

Nesta terça (18), das 19 às 22 horas, na Confraria do França (Rio Vermelho), a Coleção Cartas Bahianas da P55 Edições lança dois novos títulos:  O retrato ou Um pouco de Henry James não faz mal a ninguém, de Lima Trindade, e Minha cabeça já não comporta tantos antigamentes, de Ludmila Rodrigues. O primeiro explora na prosa as possibilidades da ficção em brincar com a noção de tempo, enquanto o segundo aposta numa poesia confessional e na maioria das vezes, falando de amor.

A coleção já publicou 32 títulos, e planeja dois novos lançamentos ainda para 2014.

O retrato ou Um Pouco de Henry James não faz mal a ninguém
Autor: Lima Trindade
P55 Edições
48 páginas
R$ 15

Minha cabeça já não comporta tantos antigamentes
Autora: Ludmila Rodrigues
P55 Edições
48 páginas
R$ 15

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Uma Resposta to “Cartas Bahianas lança novos livros de Lima Trindade e Ludmila Rodrigues”

  1. ANTONIA GARCIA  Says:

    O livro “Desigualdades sociorraciais suburbanas e o direito à cidade d’Oxum – Plano Popular de Bairro” – que traz conclusões do trabalho do Ob­servatório Luiza Mahim/Grupo de Pesquisa Espaço Livre/IGEO/UFBA/CNPq, em parceria com o Núcleo de Estudos Interdiscipli­nares sobre a Mulher (NEIM/UFBA) e o Centro da Mulher Baiana (CEM) – será lançado às 18h30 da próxima terça-feira (05/08), no Cine Teatro de Plataforma, localizado na Praça São Braz. A obra foi organizada pelos pesquisadores Antônia dos Santos Garcia, Angelo Serpa e Agenor Gomes Pinto Garcia e editada pela Editora Letra Capital do Rio de Janeiro.

    A publicação é resultado de um intenso trabalho coletivo e reflete o resultado das oficinas de formação de lideranças e elaboração de planos popu­lares de bairro, realizadas em Plataforma e Rio Sena, no Subúrbio Fer­roviário de Salvador e das pesquisas apresentadas e analisadas durante este processo. Como atividades de conclusão das oficinas, fo­ram elaborados Planos Populares de Bairro nos referidos locais seguindo uma metodologia participativa.

    O trabalho do Ob­servatório Luiza Mahim/Grupo de Pesquisa Espaço Livre/IGEO/UFBA/CNPq, em parceria com o Núcleo de Estudos Interdiscipli­nares sobre a Mulher (NEIM/UFBA) e o Centro da Mulher Baiana (CEM), é também parte das pesquisas qualitativas e quantitativas sobre o Subúrbio Ferroviário desenvolvidas pelo Observatório, com o objetivo de subsidiar políticas públicas de combate às desigualdades de gênero, raça, incluindo a segregação urbana e racial. Além disso, busca-se o forta­lecimento dos movimentos sociais, apresentando uma relevante experiência acadêmico-popular com grande potencial transformador.

    O Observatório e o Grupo Espaço Livre

    O Observatório de Raça, Classe e Gênero Luiza Mahin foi criado em 2008, vinculado ao Grupo de Pesquisa Espaço Livre de Pesquisa Ação (IGEO-UFBA), com pro­fessores e estudantes de graduação e pós-graduação em Geografia e Arquitetura e Urbanismo, da UFBA, a fim de analisar os processos espaciais urbanos e os sujeitos sociais que participam da produção, do uso e do planejamento do espaço e suas transformações.

    As principais temáticas estão vinculadas aos conceitos de raça, de gênero e de classe, nos espaços concretos e simbólicos que marcaram nossa organização espacial, na Bahia e no Brasil. Com pesquisas quantitativas, que analisam os indicadores de desigualdades raciais, de gênero e de classe, baseadas em fontes oficiais, especialmente do IBGE; e pesquisas qualitativas para análise das percepções sobre estas te­máticas, especialmente através dos movimentos sociais urbanos, com destaque para as áreas mais negras de Salvador: Subúrbio Ferroviá­rio, “Miolo” e Cajazeiras.
    Enviei release e capa e hoje a notícia do lançamento está na página da UFBA.
    Segue o link: https://www.ufba.br/noticias/pesquisadores-da-ufba-lan%C3%A7am-livro-sobre-desigualdades-sociorraciais-0

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