Bienal unifica valor de ingresso

postado por Andreia Santana @ 11:33 PM
1 de novembro de 2011

Jackson Costa fará declamações na Praça do Cordel

A organização da 10ª Bienal do Livro da Bahia unificou o valor dos ingressos para visita ao evento, que acontece até 6 de novembro (domingo), no Centro de Convenções (Boca do Rio). Agora, crianças até 12 anos, acompanhadas de um adulto pagante, entram de graça, e quem tem acima de 14 anos, paga apenas R$ 4 (inteira).  Bibliotecários, professores e profissionais do livro continuam tendo gratuidade garantida. Ao todo, a Bienal tem 385 expositores e a programação reúne mais de 100 autores, poetas e cordelistas nos espaços Café Literário, Livro Encenado, Praça de Cordel e Poesia e Ciranda de Livros para a garotada.

E por falar em Bienal, nesta quarta, 02, às 19h, o ator baiano Jackson Costa integrará a programação da Praça de Cordel e Poesia. Ele fará declamações de poemas de consagrados autores nacionais como Castro Alves e Gregório de Matos. Já no sábado, dia 5, às 17h, o escritor, poeta e apresentador Jorge Portugal lança o seu quarto livro, Se escola fosse estádio e educação fosse copa (editora Vento Leste). A publicação é uma coletânea de reflexões sobre ensino público de qualidade, questão racial e sociedade e cultura, entre outros temas. Portugal também lançará o poema cartaz Orixá, em homenagem a Mãe Stella.

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3 Respostas to “Bienal unifica valor de ingresso”

  1. Renata Rimet  Says:

    Algumas atitudes que poderiam ter sido tomadas com bastante antecedência, mas antes tarde que nunca…agora vamos deixar que as cabeças pensantes da nossa metrópole percebam que faz se necessário linhas alternativas de ônibus, ligando a periferia à Bienal, afinal o nosso povo tem fome de leitura, literatura, arte, educação…acesso é retroalimentação…

  2. Patricia Ramos  Says:

    Porquê tudo envolvendo cultura entretenimento aqui em salvador é sempre tão inacessivel?Até que enfim,modificaram os preços, achei caro!

  3. Gláucia R. Alves  Says:

    Sou bibliotecária, acho maravilho este diferencial com nossa classe, vivemos de livros e para os livros.

    “Um país se faz de Homens e de livros”
    Monteiro Lobato

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