LeYa publica no Brasil autobiografia de Johnny Cash

postado por Andreia Santana @ 4:40 PM
23 de agosto de 2013

A autobiografia de Johnny Cash, considerado uma lenda da música country, chegou ao mercado editorial brasileiro este mês pela LeYa, para os fãs do gênero e os interessados em conhecer a vida conturbada do artista. Cash traz a história de vida e a carreira de um homem atormentado e seus três grandes vícios:  anfetaminas, música e amor.

Considerado dono de uma personalidade intensa, verdadeira, rebelde e contestadora, Johnny Cash é dito ainda como um fora de lei mal encarado, mas na verdade escondia uma alma romântica e sonhadora.

O livro foi escrito por Johnny Cash, com a colaboração do jornalista Patrick Carr, em 1997, e relata as memórias de alguém que viveu a vida intensamente. Narrado em primeira pessoa, Cash relembra a infância pobre do autor – que prefere ser chamado de John -, a relação com a família e a religião, o início da carreira, o encontro destruidor e quase mortal com as drogas, as histórias das estradas por onde andou com o Unit One, o “ônibus preto do Homem de Preto” (ele só se vestia de preto para as apresentações) e o encontro com a cantora June Carter, que mudou o rumo de sua vida.

A obra também apresenta a discografia de Cash e a edição brasileira inclui álbuns gravados após o lançamento de 1997 e a morte de Cash, em 2003.

Ficha Técnica:

Cash – a autobiografia de Johnny Cash

Autores: Johnny Cash e Patrick Carr

Editora LeYa

280 páginas

Preço: R$ 39,90


Novo romance da portuguesa Lídia Jorge é lançado no Brasil

postado por Andreia Santana @ 9:49 PM
10 de setembro de 2012

A portuguesa Lídia Jorge virá ao Brasil lançar seu novo romance

A noite das mulheres cantoras, novo romance da autora portuguesa Lídia Jorge, chega ao mercado editorial brasileiro agora em setembro, publicado pela editora LeYa. A autora inclusive, estará no país a partir do dia 21, em turnê de divulgação por alguns estados (a Bahia não está incluida, infelizmente).

No romance psicológico, Lídia Jorge transporta os leitores para uma época aparentemente glamurosa, mas que por trás de todo o brilho, esconde brigas, disputas de poder e intrigas nos bastidores do show business. A noite das mulheres cantoras parte de cinco pontos de vista diferentes, os das protagonistas Gisela Batista, Maria Luísa, Nani Alcides, Madalena Micaia e Solange de Matos. Unidas pelo acaso para formar uma banda, as cinco precisam aprender a lidar umas com as outras e a não deixar que o sonho de se tornarem grandes artistas seja ofuscado pela crueza do mundo do espetáculo.

Quem é - Lídia Jorge nasceu em 1946, em Algarve. Entre seus romances, destacam-se O Dia dos prodígios (1980), O Cais das merendas (1982), Notícia da Cidade Silvestre (1984), A Costa dos Murmúrios (1988) e O vento assobiando nas gruas (2002), todos premiados. Sua obra encontra-se traduzida em muitas línguas e pelo conjunto da obra, a autora foi vencedora do prêmio Albatros (2006) da Fundação Günter Grass, na Alemanha, e do Grande Prêmio Sociedade Portuguesa de Autores – Millennium BCP.

Ficha técnica

A noite das mulheres cantoras

Autora: Lídia Jorge

320 páginas

Editora LeYa

Preço: R$ 44,90


Editora LeYa recolhe exemplares de A Dança dos Dragões

postado por Andreia Santana @ 10:04 PM
28 de junho de 2012

Replico abaixo o comunicado oficial emitido pela Editora LeYa nesta quinta-feira, 28 de junho, sobre o recolhimento do quinto volume da saga As Crônicas de Gelo e Fogo, intitulado A Dança dos Dragões, do escritor George R.R. Martin. O motivo é um defeito de impressão que suprimiu um dos capítulos da obra. A LeYa garante fazer a troca dos livros de quem já adquiriu o volume, bem como afirma ter iniciado a impressão de um novo lote de livros, com as devidas correções, para a substituição nas livrarias do país.

Comunicado oficial da Editora LeYa

A editora LeYa vem informar que por uma falha no processo de edição do quinto volume da saga As Crônicas de Gelo e Fogo – A Dança dos Dragões, livro recém-chegado ao mercado nacional, todos os exemplares impressos não trazem o capítulo 26 – “O soprado pelo vento”.  Consciente de que é a única responsável por este lamentável erro, a LeYa decidiu interromper a distribuição da obra e procederá, a partir de hoje, o recolhimento dos  exemplares que estão em poder das livrarias de todo o território nacional. Aos leitores que já adquiriram a obra, a LeYa garante a troca pelo exemplar correto e, independentemente disso, disponibilizará em seu site, a partir de hoje, a versão digital do capítulo faltante.
 
Já iniciamos a produção de uma nova edição. A partir do dia 1 de agosto daremos início ao trabalho de redistribuição do livro e, consequentemente, das trocas dos exemplares em poder dos leitores.
 
Aos nossos parceiros e leitores pedimos as mais sinceras desculpas por todo o transtorno causado.

Cordialmente,

Pascoal Soto
Diretor Geral – LeYa Edições Gerais

*Publicado também em Mar de Histórias.


Novo romance do angolano Pepetela é lançado no Brasil

postado por Andreia Santana @ 1:35 AM
20 de abril de 2012

A Sul. O Sombreiro, novo romance do angolano Pepetela, chegou às livrarias brasileiras agora em abril, em lançamento da Editora LeYa. A obra é ambientada em Angola, mais especificamente em Benguela e Luanda, nos séculos XVI e XVII, início do sistema colonialista e do tráfico negreiro. O autor se debruça sobre um período histórico pouco conhecido e divulgado sobre seu país. Conduzindo a trama através de personagens-chave na época, o autor, com sua narrativa que flui suave como música e caudalosa como as águas de um rio, mostra a chegada dos europeus em Angola e o início do processo de cristianização dos “povos selvagens”, com todas as suas terríveis consequências.

Ficha técnica:

A sul. O sombreiro

Autor: Pepetela

Editora LeYa

364 páginas

Preço: R$ 44,90


O mágico de Oz ganha edição do selo Barba Negra

postado por Andreia Santana @ 8:14 PM
13 de maio de 2011

O selo Barba Negra, da editora Leya, lança agora em maio a coleção Eternamente Clássicos e o  primeiro volume da coleção é o livro O Mágico de Oz, de L. Frank Baum. O livro, que conta a história da viagem empreendida pela garota Dorothy por uma terra misteriosa, foi eternizado no imaginário adulto e infantil em 1939, pelo filme estrelado por Judy Garland. Este ano, inclusive, começam as filmagens da nova versão produzida pelos estúdios Disney de O Mágico de Oz, que será em 3D e terá direção de Sam Raimi. Rachel Weisz deverá viver a bruxa má do Oeste na produção.

Judy Garland como Dorothy, e o cachorrinho Totó, em cena de O mágico de Oz

Entre os próximos lançamentos da coleção estão: A lenda do Cavaleiro sem cabeça, de Washington Irving; O Jardim Secreto, de Frances Hodgson Burnett; e O Corvo, de Edgar Allan Poe.

O autor: L. Frank Baum (1856-1919) era escritor e teosofista. Apaixomado por teatro, perdeu toda a fortuna financiando espetáculos. Ao todo, escreveu 14 livros sobre a Terra de OZ e nelas, reflete suas crenças pessoais e religiosas.

Ficha Técnica
Coleção Eternamente Clássicos – O Mágico de Oz

Autor: L. Frank Baum

192 páginas

Preço: R$ 19,90


Resenha: A menina que não sabia ler (John Harding)

postado por Andreia Santana @ 6:40 PM
11 de abril de 2011

Um grande gole na fonte do bom e velho Poe

Finais em aberto ou desfechos inesperados não costumam cair no gosto do leitor médio. Mas as opiniões contrárias ao livro A menina que não sabia ler partem de um mal entendido da tradução em português, que por um equívoco na titulação, associa essa obra de John Harding ao magistral A menina que roubava livros (Marcus Zusak). No entanto, o erro não é do autor de Florence and Giles, o título original de A menina que não sabia ler. Conhecendo esse título, é bem mais fácil compreender as intenções do autor.

Primeiro, é importante ressaltar que o livro de Harding não tem a menor semelhança com a história comovente de Liesel Meminger, personagem principal de A menina que roubava livros. Portanto, quem vai ler um pensando no outro, limpe a mente a abra-a para uma experiência diferente. A única coincidência entre um e outro é que as duas obras falam do fascínio da leitura, mas por caminhos próprios. Enquanto Zusak ambienta sua obra na Alemanha nazista, por exemplo, John Harding escolhe a Nova Inglaterra (Virgínia) do final do século XIX para tecer a aura de mistério que envolve sua trama.

No entanto, Florence, a personagem principal de Harding, lembra sim uma outra protagonista da literatura. A mim, ao menos, parece tão dissimuladamente cativante quanto a Fany de Jane Austen (Mansfield Park). E não é só uma justa homenagem ao lado obscuro e subentendido de Fany que o autor de A menina que não sabia ler faz nesta obra. Usando os clichês da literatura de suspense de forma bastante inteligente, ele rende uma justa homenagem a atmosfera sombria e lúgubre das obras de Edgar Allan Poe.

Mansão decrépita do filme The Changeling (1981), poderia ser o cenário perfeito para A menina que não sabia ler

Muita gente tem dito que o livro bebe na fonte de A volta do parafuso. Mas, honestamente, há apenas um perfume de Henry James, algo bem sutil, que paira no ar e nos recônditos da velha mansão decadente que serve de cenário ao drama de Florence e de seu irmãozinho Giles.

A menina que não sabia ler é Edgar Allan Poe até a medula. Não à toa, Florence é fã do escritor. A descrença na humanidade presente nas obras de Poe, além de seus personagens atormentados, a loucura e o que se esconde na escuridão, seja de um quarto ou da mente de uma criança abandonada à própria sorte, são o pano de fundo dessa narrativa que no fundo fala mesmo é da solidão, da indiferença dos adultos e do quanto um amor incondicional, como o de uma irmã mais velha pelo irmãozinho, podem ser uma combinação perigosa se não existe um ponto de equilíbrio.

Os livros, alimento para a imaginação, ao invés de consolar como no caso de Liesel Meminger, em A menina que não sabia ler servem apenas de combustível para queimar ressentimentos adormecidos desde a mais tenra infância.

Além de me lembrar Fany, com sua doçura calculada e por vezes cínica, Florence também me lembra Bentinho, personagem de Don Casmurro (obra ícone de Machado de Assis). Isso porque, narrado em primeira pessoa, pela própria Florence, o livro só nos mostra uma perspectiva das coisas, e sempre sob o ponto de vista imaginativo dela. Se em Dom Casmurro somos levados a desconfiar de Capitu graças aos ciúmes e as distorções de percepção que o sentimento provoca no olhar de Bentinho; em A menina que não sabia ler, embarcamos, até certo ponto, nos devaneios solitários de Florence, atiçados pelos livros que leu e pela negligência de quem deveria cuidar dela. Vemos a mansão, Giles e principalmente os adultos, sob o foco da menina.

O golpe de mestre de John Harding é levar o leitor em banho-maria, fazendo-o acreditar que está diante de uma coisa, de um “conto sobre a doce órfã Anne”. Mas pouco a pouco, a cortina é descerrada, provocando incredulidade e até repulsa. Essa transição porém, não é feita de maneira improvisada. Os indícios, para o bom entendedor, estão visíveis ao longo do livro. Como um hábil artífice, ele constrói sua trama fio a fio e enreda o leitor, tornando-o um cúmplice involuntário. E aqui, nesse joguinho hábil de mostra e esconde, ele lembra a dama Agatha Christie.

Vale ainda ressaltar que, embora com tantas citações a gêneros e autores célebres, A menina que não sabia ler tem ritmo e encanto próprios. Não é imitação, mas reverência aos mestres. Por ser ambientado no século XIX e narrado por uma personagem desta época, o livro tem ainda uma linguagem que em certos momentos parece revestida do pó solene do tempo. O que para mim ao menos, é um molho a mais.

Ficha Técnica:

A menina que não sabia ler (Florence and Giles)

Autor: John Harding

Editora: Leya

288 páginas

R$ 39,90


Obra de Eduardo Bueno ganha box especial com livro e DVD

postado por Andreia Santana @ 8:54 PM
12 de janeiro de 2011

Pedro Bial um dos roteiristas de Brasil: é muita história e o escritor Eduardo Bueno, vestido com roupas de época

O livro de Eduardo Bueno, Brasil: uma história – cinco séculos de um país em construção, e o DVD com os episódios do programa Brasil: é muita história, exibido no Fantástico (rede Globo), em 2008, foram reunidos em um box de colecionador, que chega ao mercado agora em janeiro, pela editora Leya.

No livro, Bueno – que ficou famoso pela junção de história com humor  e pelo uso de uma linguagem coloquial para tratar de temas considerados pesados – reconta os 500 anos de Brasil, desde a colonização até o governo Lula, passando por fatos marcantes como o impeachment do presidente Collor, entre os fatos políticos.

Ficha Técnica

Brasil: é muita história

Autor: Eduardo Bueno

Editora Leya e Globo Marcas

Formato: Box com livro + DVD

480 páginas / Preço: R$ 89,90